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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Sam Zell na CNBC
Sam Zell cedeu ontem uma entrevista à CNBC, na qual fala do mercado accionista, da economia e das empresas em geral. Eis algums destaques traduzidos da entrevista:
"...o mercado accionista está em máximos absolutos, mas a atividade económica não está em máximos absolutos."
"...as pessoas não têm outro lugar para colocar seu dinheiro, e o mercado de acções está ficando com mais do que sua parte. É muito provável que algo tem que ceder aqui."
"...quase todas as empresas que decepcionaram, fizeram-no do lado da receita, o que é um reflexo de que há um problema de procura que continua a prevalecer. E quando existe um problema de procura, é difícil imaginar o mercado de accionsta em máximos absolutos."
"...sim, mas a história diz que há mais pessoas das classe baixa do que da classe alta e, se essa tendência continuar, é bastante óbvio o que vai acontecer."
"...eu não me lembro de nenhuma vez na minha carreira onde houvesse um maior número de incertezas com potencial significativo de alterar o pensamento das pessoas. Se houver uma mudança na confiança ou algum evento internacional que mude a dinâmica, as pessoas poderiam de facto ter uma posição diferente em relação ao mercado."
Agora a entrevista completa (que dura pouco mais de 2 minutos):
Ver também:
Sam Zell
"...o mercado accionista está em máximos absolutos, mas a atividade económica não está em máximos absolutos."
"...as pessoas não têm outro lugar para colocar seu dinheiro, e o mercado de acções está ficando com mais do que sua parte. É muito provável que algo tem que ceder aqui."
"...quase todas as empresas que decepcionaram, fizeram-no do lado da receita, o que é um reflexo de que há um problema de procura que continua a prevalecer. E quando existe um problema de procura, é difícil imaginar o mercado de accionsta em máximos absolutos."
"...sim, mas a história diz que há mais pessoas das classe baixa do que da classe alta e, se essa tendência continuar, é bastante óbvio o que vai acontecer."
"...eu não me lembro de nenhuma vez na minha carreira onde houvesse um maior número de incertezas com potencial significativo de alterar o pensamento das pessoas. Se houver uma mudança na confiança ou algum evento internacional que mude a dinâmica, as pessoas poderiam de facto ter uma posição diferente em relação ao mercado."
Agora a entrevista completa (que dura pouco mais de 2 minutos):
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Sam Zell
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Eric Antunes
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
AINDA O TEMA INFLAÇAO/DEFLAÇAO
Para completar um pouco a minha mensagem de ontem (ver "INFLAÇAO OU DEFLACAO?"), na qual justifico as minhas expectativas inflacionistas, vou hoje rever alguns factores que estão a ser usados para defender a teses deflacionista.
Em finais de Fevereiro 2008, previ estar para breve uma forte correcção no Ouro ("WHY THE DOWNSIDE IN GOLD?"). Nessa altura o Ouro cotava a 975 USD/Onça e estava a aproximar-se da barreira psicológica dos 1000 USD/Onça. 2 semanas depois, o Ouro começou um movimento de correcção que o levaria até aos 681 USD/Onça, uma correcção de 35%. Claro que, para alguns, 2 semanas antes seria "cedo demais" mas, para mim, considero ter sido bem a tempo. Dois meses depois, em Abril 2008, publiquei mais 2 análises (ver "QUE TENDÊNCIAS SEGUIR?" e " "PARA ONDE VAI O CRUDE?") - em que eram basicamente invocados os mesmos factores do que no Ouro mais o factor do rebentamento das 2 bolhas (imobiliário e crédito) para defender a minha tese deflacionista.
E quais eram os meus motivos? Do ponto de vista técnico, estávamos na presença de um Bump-and-Run Reversal Top, um dos padrões mais fiáveis e rentáveis da análise técnica. Do ponto de vista fundamental, era a previsível inversão da equação oferta/procura com a mais do que previsível diminuição da procura motivada pela forte recessão (que previ já em finais de 2006) e o continuar do aumento da oferta proveniente dos projectos petrolíferos e mineiros iniciados em 2006 e 2007. Para além disso, considerava que o rebentamento de uma bolha era um acontecimento deflacionista, logo o rebentamento de 2 bolhas quase em simultâneo (imobiliário e crédito) teria de ser muito deflacionista...
Pois bem, os economistas estão agora a usar principalmente estes 2 argumentos para justificarem mais deflação para os próximos anos. Apesar de 2009 ser muito provavelmente o ano em que a economia irá bater no fundo e, por isso, ainda termos deflação pelo menos no 1º semestre, estes argumentos estão, na minha opinião, a serem usados tarde demais...
Votos de uma excelente semana,
Dax Speculator
Em finais de Fevereiro 2008, previ estar para breve uma forte correcção no Ouro ("WHY THE DOWNSIDE IN GOLD?"). Nessa altura o Ouro cotava a 975 USD/Onça e estava a aproximar-se da barreira psicológica dos 1000 USD/Onça. 2 semanas depois, o Ouro começou um movimento de correcção que o levaria até aos 681 USD/Onça, uma correcção de 35%. Claro que, para alguns, 2 semanas antes seria "cedo demais" mas, para mim, considero ter sido bem a tempo. Dois meses depois, em Abril 2008, publiquei mais 2 análises (ver "QUE TENDÊNCIAS SEGUIR?" e " "PARA ONDE VAI O CRUDE?") - em que eram basicamente invocados os mesmos factores do que no Ouro mais o factor do rebentamento das 2 bolhas (imobiliário e crédito) para defender a minha tese deflacionista.
E quais eram os meus motivos? Do ponto de vista técnico, estávamos na presença de um Bump-and-Run Reversal Top, um dos padrões mais fiáveis e rentáveis da análise técnica. Do ponto de vista fundamental, era a previsível inversão da equação oferta/procura com a mais do que previsível diminuição da procura motivada pela forte recessão (que previ já em finais de 2006) e o continuar do aumento da oferta proveniente dos projectos petrolíferos e mineiros iniciados em 2006 e 2007. Para além disso, considerava que o rebentamento de uma bolha era um acontecimento deflacionista, logo o rebentamento de 2 bolhas quase em simultâneo (imobiliário e crédito) teria de ser muito deflacionista...
Pois bem, os economistas estão agora a usar principalmente estes 2 argumentos para justificarem mais deflação para os próximos anos. Apesar de 2009 ser muito provavelmente o ano em que a economia irá bater no fundo e, por isso, ainda termos deflação pelo menos no 1º semestre, estes argumentos estão, na minha opinião, a serem usados tarde demais...
Votos de uma excelente semana,
Dax Speculator
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Eric Antunes
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quarta-feira, 28 de maio de 2008
A APETRO E A IGNORANCIA
Depois de ler as últimas declarações do secretário-geral da APETRO (Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas), Dax Speculator não pode deixar de as comentar pois, apesar de ser um tópico um pouco fora do contexto deste blog, as referidas declarações são um ataque à inteligência do cidadão Português e, apenas por isso, Dax Speculator não as pode deixar passar em branco como tem feito com as diversas "notícias" e "previsões" de "esclarecidos analistas", jornalistas e afins.
Diz o secretário-geral da APETRO, sr. José Horta, que "as margens finais desta indústria são muito pequenas, são alguns cêntimos". Dax Speculator esclarece pois que as margens líquidas não são de facto monstruosas, situando-se estas entre os 7% e os 9%. O que o sr. José Horta se esqueceu de dizer é que as subidas dos preços têm um efeito muito positivo nestas margens "muito pequenas" que ficam assim um pouco maiores. Vejamos:
Numa empresa que facture 100,000,000.00€, 7% de margem líquida são 7,000,000.00€ mas, com o aumento dos preços de cerca de 30% só nos últimos 12 meses, os tais 100,000,000.00€ em facturação passaram a 130,000,000.00€ e a respectiva margem "muito pequena" passou assim de 7,000,000.00€ a ser de 9,100,000.00€, aumentando também ela em 30%!
Diz também o esclarecido sr. José Horta que quem apela aos boicotes às gasolineiras "não percebe as regras de funcionamento da indústria petrolífera". Pois fique sabendo sr. José Horta que Dax Speculator faz já boicote à Repsol, BP e Galp há muito tempo, não por ignorância, mas sim apenas por poupança pois estas parecem bem concertadas na altura de alterar os preços. Assim, Dax Speculator atesta normalmente as 98 octanas para o seu carrito na Esso (marca da Exxon Mobil Corportation) a um preço inferior ao preço da 95 octanas nos referidos carteis, perdão gasolineiras.
Finalmente, diz o sr. secretário-geral da APETRO: "Esta é uma crise que não passará enquanto não se verificar a saída dos fundos de investimento do petroleo ou enquanto os investimentos que a indústria de extracção está a fazer não produzirem efeitos". Dax Speculator esclarece o sr. José Horta que, para além destes factores, há outro factor muito importante que motivará uma queda dos preços: a diminuição da procura, motivada por uma recessão ainda incipiente mas cada vez mais certa!
Cumprimentos,
Dax Speculator
Diz o secretário-geral da APETRO, sr. José Horta, que "as margens finais desta indústria são muito pequenas, são alguns cêntimos". Dax Speculator esclarece pois que as margens líquidas não são de facto monstruosas, situando-se estas entre os 7% e os 9%. O que o sr. José Horta se esqueceu de dizer é que as subidas dos preços têm um efeito muito positivo nestas margens "muito pequenas" que ficam assim um pouco maiores. Vejamos:
Numa empresa que facture 100,000,000.00€, 7% de margem líquida são 7,000,000.00€ mas, com o aumento dos preços de cerca de 30% só nos últimos 12 meses, os tais 100,000,000.00€ em facturação passaram a 130,000,000.00€ e a respectiva margem "muito pequena" passou assim de 7,000,000.00€ a ser de 9,100,000.00€, aumentando também ela em 30%!
Diz também o esclarecido sr. José Horta que quem apela aos boicotes às gasolineiras "não percebe as regras de funcionamento da indústria petrolífera". Pois fique sabendo sr. José Horta que Dax Speculator faz já boicote à Repsol, BP e Galp há muito tempo, não por ignorância, mas sim apenas por poupança pois estas parecem bem concertadas na altura de alterar os preços. Assim, Dax Speculator atesta normalmente as 98 octanas para o seu carrito na Esso (marca da Exxon Mobil Corportation) a um preço inferior ao preço da 95 octanas nos referidos carteis, perdão gasolineiras.
Finalmente, diz o sr. secretário-geral da APETRO: "Esta é uma crise que não passará enquanto não se verificar a saída dos fundos de investimento do petroleo ou enquanto os investimentos que a indústria de extracção está a fazer não produzirem efeitos". Dax Speculator esclarece o sr. José Horta que, para além destes factores, há outro factor muito importante que motivará uma queda dos preços: a diminuição da procura, motivada por uma recessão ainda incipiente mas cada vez mais certa!
Cumprimentos,
Dax Speculator
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Eric Antunes
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terça-feira, 27 de maio de 2008
DADOS E PETROLEO
Hoje vamos abordar os já habituais destaques aos dados macro-económicos divulgados esta semana nos EUA e na Alemanha e fazer alguns comentários sobre o actual momento que se vive no petróleo - a matéria-prima mais importante para a economia e, por isso também, o maior mercado em termos de matérias-primas.
Esta semana teremos então como principais indicadores macro, os seguintes:
- Dia 27 de Maio às 07H00 e 13H30 são divulgados, respectivamente, o PIB Alemão do 1º trimestre (são esperados 1.5% (*) relativamente ao mesmo trimestre e 2.6% em termos anuais) e a Confiança do Consumidor Americano relativa ao mês de Maio (61 é o valor esperado);
- Dia 28 de Maio às 13H30, sai as Encomendas de Bens Duradouros (Durable Orders) nos EUA, estando previsto mais uma queda entre -1.1% e -0.7% (Este é um indicador muito importante pois é um líder, tendo sido o 1º a dar sinais de problemas na economia com quedas violentas, já em 2006);
- Dia 29 de Maio às 13H30, são conhecidos o deflator do PIB Americano (Chain Deflator), o PIB Americano e os novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA (são esperados, respectivamente, 2.6% para o deflator, 0.9 a 1% para o PIB e 370,000 para os novos pedidos de subs. de desemprego);
- Finalmente, dia 29 de Maio às 15H30, sabe-se qual foi a variação semanal nas reservas petrolíferas Americanas.
Sobre o actual momento que se vive no petroleo e numa altura em que os media nos têm bombardeado diariamente com cada dólar a mais de subida intradiária, vamos analisar os factores que mais influenciaram estas subidas:
- Recente aumento da procura mundial, em grande parte atribuido às economias emergentes por serem energicamente ineficientes;
- Aparecimento em cena de novos especuladores institucionais, em representação de fundos de pensões e fundos estatais/soberanos (Sovereign Wealth Funds), que apostaram nos últimos 4 anos somas avultadas - que passaram nos últimos 5 anos de 13 mil milhões de dólares para qualquer coisa como 260 mil milhões de dólares, um aumento de 2000% - comprando diversos contratos de futuros ligados a variadas matérias-primas;
- Estagnação da oferta mundial de crude devido a um longo período de preços baixos na década de 90 - altura em que os preços oscilavam entre os 10 e 30 dólares;
- Finalmente, o surgimento de dezenas de novos produtos financeiros de estratégia long-only tais como fundos de índices de matérias-primas, ETFs e fundos especiais de investimento que permitiram aos investidores individuais terem uma exposição às matérias-primas.
Dax Speculator acredita terem sido estes os principais factores que, juntos, contribuíram para esta escalada de preços do petróleo e de outras matérias-primas. No entanto, quero chamar atenção para o 2º factor que penso ter sido aquele que mais contribuiu para a rapidez das subidas e que será também, na minha humilde opinião, aquele que mais influenciará a volatilidade de eventuais (**) correcções: a velocidade e a proporção em que serão fechados os actuais 260 mil milhões de dólares investidos em contratos de futuros determinará o tipo de descida, se calma e ordeira ou se violenta e desordeira.
(*) - à hora em que escrevo, o PIB Alemão relativo ao 1º trimestre já foi divulgado e saiu nos 1.5%, tal como esperado.
(**) - Dax Speculator estima que a probabilidade dessas correcções são actualmente muito elevadas e que estas estão muito próximas de acontecer mas prefere falar ainda em eventualidade.
Bons negócios,
Dax Speculator
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Eric Antunes
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
ANALISE TECNICA DO OURO
Depois de ter desenvolvido os pontos 1 e 2 de "QUE TENDENCIAS SEGUIR?" na semana passada e conforme prometido, vou hoje abordar mais detalhe o ponto 3. Vou falar-vos do Ouro, ficando o Crude para outro dia. Irei focar-me sobretudo na análise técnica visto já ter exposto os aspectos fundamentais que deverão influenciar as cotações do metal precioso em "WHY THE DOWNSIDE IN GOLD?".
Porém, antes de entrarmos na AT, quero clarificar alguns aspectos muito importante do Ouro. Nomeadamente, no que diz respeito à sua "dupla personalidade":
Penso ser esta "dupla personalidade" acima descrita que torna a evolução da sua cotação tão volátil. Quem quiser saber mais sobre o Ouro, pode fazê-lo aqui na Wikipedia.
Vamos agora explorar a AT. Em "HIGH WAVE IN GOLD!", já tinha chamado atenção para a importância e o perigo de uma vela high wave em topos. O facto da vela estar num gráfico semanal reforça ainda mais a sua importância pois time frames superiores sobrepõem-se a time frames inferiores. O mercado "viu" a vela e "fugiu", fazendo com que o Ouro caísse mais de 10% numa semana, o pior desempenho semanal desde 1990.

Dax Speculator
Porém, antes de entrarmos na AT, quero clarificar alguns aspectos muito importante do Ouro. Nomeadamente, no que diz respeito à sua "dupla personalidade":
- O metal precioso tem a particularidade única de constituir uma parte importante das reservas dos maiores bancos centrais, a par de moedas de referência tais como o Dólar Americano (USD), o Euro (EUR), o Yen (JPY) e a Libra Inglesa (GBP). O metal dourado é por isso considerado uma contrapartida monetária e anti-inflaccionista. O maior detentor de Ouro a nível mundial são, actualmente e naturalmente, os EUA;
- Paralelamente o Ouro é uma matéria prima e, como tal, tem de ser extraído e estar também de certa forma sujeito às leis da oferta e da procura;
Penso ser esta "dupla personalidade" acima descrita que torna a evolução da sua cotação tão volátil. Quem quiser saber mais sobre o Ouro, pode fazê-lo aqui na Wikipedia.
Vamos agora explorar a AT. Em "HIGH WAVE IN GOLD!", já tinha chamado atenção para a importância e o perigo de uma vela high wave em topos. O facto da vela estar num gráfico semanal reforça ainda mais a sua importância pois time frames superiores sobrepõem-se a time frames inferiores. O mercado "viu" a vela e "fugiu", fazendo com que o Ouro caísse mais de 10% numa semana, o pior desempenho semanal desde 1990.
Hoje vamos falar de um possível Head & Shoulders no gráfico diário que, a ser activado, fará com que o metal dourado corriga muito provavelmente até à zona dos 780, ver gráfico:

Atenção que este padrão só será activado e logo válido com um fecho abaixo dos 888 mas parece-me que isso está para breve... ;-)
Dax Speculator
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Eric Antunes
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quarta-feira, 16 de abril de 2008
O QUE MOVE O FOREX?
Hoje irei abordar o maior mercado financeiro do mundo, o FOREX!
Será uma forma de, também eu, refrescar as minhas ideias acerca deste mercado que parece tão complexo mas, que afinal de contas, não o é assim tanto bastando para isso perceber quais as suas bases e fundamentos.
Explicarei mais à frente quais as variáveis que mais o influenciam. Mas primeiro vamos a uma pequena introdução:
O FOREX (FOReign EXchange) nasceu da necessidade de se criar um mercado regulamentado - sim porque ficou provado recentemente que os mercados não regulamentados são um erro - para o câmbio de moedas. O FOREX movimentava no final de 2007 mais de 3.2 trilhões de dólares por dia (ver mais pormenores na Wikipedia). É um mercado de tubarões de todas as espécies tais como bancos de investimento internacionais, bancos centrais, empresas multinacionais, governos e outras grandes instituições.
Vamos agora abordar os factores mais condicionantes do FOREX no médio e longo prazo. Estes são, por ordem decrescente de importância:
Finalmente existem também factores de ordem técnica (análise técnica) condicionantes do curto e até do médio prazo das cotações dos câmbios no FOREX, principalmente nos câmbios mais negociados.
Bons negócios,
Dax Speculator
Será uma forma de, também eu, refrescar as minhas ideias acerca deste mercado que parece tão complexo mas, que afinal de contas, não o é assim tanto bastando para isso perceber quais as suas bases e fundamentos.
Explicarei mais à frente quais as variáveis que mais o influenciam. Mas primeiro vamos a uma pequena introdução:
O FOREX (FOReign EXchange) nasceu da necessidade de se criar um mercado regulamentado - sim porque ficou provado recentemente que os mercados não regulamentados são um erro - para o câmbio de moedas. O FOREX movimentava no final de 2007 mais de 3.2 trilhões de dólares por dia (ver mais pormenores na Wikipedia). É um mercado de tubarões de todas as espécies tais como bancos de investimento internacionais, bancos centrais, empresas multinacionais, governos e outras grandes instituições.
Vamos agora abordar os factores mais condicionantes do FOREX no médio e longo prazo. Estes são, por ordem decrescente de importância:
- Cash flows internacionais, ou seja, a lei da procura e da oferta. Esta é, sem dúvida, a variável que mais infuencia os câmbios das moedas mas que é, por sua vez, influenciada por algumas das outras que irei descrever abaixo;
- Espectativas de inflação a nível global sendo que quanto maior for essa espectativa, maior será a espectativa de um dólar fraco e de commodities fortes;
- Espectativas de inflação, taxas de juro e balança comercial a nível local sendo que quanto maior for essa espectativa, maior será a probabilidade de força relativa para a moeda local;
- Espectativas relativamente à evolução da economia local e confiança no respectivo sistema financeiro.
Finalmente existem também factores de ordem técnica (análise técnica) condicionantes do curto e até do médio prazo das cotações dos câmbios no FOREX, principalmente nos câmbios mais negociados.
Bons negócios,
Dax Speculator
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Eric Antunes
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