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quarta-feira, 19 de junho de 2013

O que descontam os mercados?

Depois de analisar os gráficos dos activos cujos principais intervenientes estão melhor preparados para descontar as intervenções da Fed, ou seja, os futuros das obrigações do tesouro Americano a 10 anos e os "primary dealers" - os principais bancos que operam com a Fed - tais como o JP Morgan Chase e o Goldman Sachs, tudo indica que haverá mais palavreado a indiciar uma redução das compras de dívida por parte da FED.

A ver vamos mas de qualquer forma quanto mais tarde a Fed começar a reduzir os montantes das suas compras pior será a reacção dos mercados...

Atentamente,

DS

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

E a crise é do Euro?

Supostamente a crise é do Euro, pelo menos é essa ideia que os anglo-saxónicos querem fazer passar mas olhando para os bancos que maiores quedas sofreram em bolsa em 2011, apenas 3 são da zona Euro.

Os que têm o pior desempenho são o Inglês Lloyds, que sofreu uma queda de mais de 61% principalmente por causa de resultados deprimidos na área da banca de investimento devido à fraca evolução macro-económica do Reino Unido. Em 2º lugar vem o falido Bank of America, cujas cotações desceram 59,5%.

Da zona Euro apenas o Société Generale teve uma performance semelhante, com uma queda de 58.5%.




Ver também:

CHART OF THE DAY: The Worst Performing Big Bank Of The Year

Votos de um excelente 2012, no Euro!

DS

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

DIAMANTE NO JPMORGAN?

Hoje reparei na possibilidade do JPMorgan Chase Co (JPM) estar a formar um topo em diamante. Este é um padrão que aprecio bastante pois promete muita volatilidade, o que é bom para quem especula em opções. Mas é um padrão muito difícil de identificar e negociar. Vamos ao gráfico (cortesia do BigCharts):



Como se pode ver, à excepção de um spike na 2ª semana de Outubro, o volume decresce ao longo do padrão, como manda a regra. Se o JPM quebrar em baixa os 42 USD, o objectivo mínimo deste diamante serão os 35.26 USD, relativamente perto da projecção de 76.4% de Fibonacci, nos 36.26 USD.

Falando agora de "green shoots", tal como referi em "DESEMPREGO DESMENTE RECUPERAÇÃO", a taxa de desemprego dos EUA conhecida às 13h30 já subiu para 10.2% pois em Outubro não desapareceram "misteriosamente" 571,000 trabalhadores como no mês de Setembro...

Um bom fim-de-semana,

Dax Speculator

terça-feira, 22 de setembro de 2009

CASH FOR FDIC?

Depois do "sucesso" do programa governamental Americano "Cash for Clunkers", o próximo "estímulo" poderá bem chamar-se "Cash for FDIC" pois a instituição equivalente ao nosso Fundo de Garantia de Depósitos está a fica sem cheta.

Desta vez o programa poderá ter o patrocínio dos bancos Americanos mais saudáveis ou, melhor, menos danificados (JP Morgan, Goldman Sachs, Wells Fargo, entre outros) pois, por questões políticas, o FDIC parece não querer pedir a massa emprestada ao Tesouro Americano. Isto porque consta-se (ver também este artigo no NY Times) que a agência federal poderá precisar de uns 500 mil milhõeszitos de dólares para dar conta do recado pois, enquanto uns festejam o fim da recessão, dezenas de bancos Americanos abrem falência todos os meses: só neste inacabado mês de Setembro faliram 10 bancos nos EUA. Em Agosto foram 15 e em Julho 24...

Para se ter uma ideia do custo que cada uma dessas falências representa para o FDIC, tomemos como exemplo o fecho do Guaranty Bank que tinha aproximadamente metade da dimensão do BPI. Esse fecho custará ao FDIC uns 3 mil milhões de dólares e isto porque o FDIC conseguiu chegar a acordo com o BBVA para minimizar as perdas...

Bons negócios,

Dax Speculator

segunda-feira, 31 de março de 2008

QUEM TEM RESPONSABILIDADES NESTA CRISE?

Alan Greenspan é sem dúvida o principal suspeito da autoria de 2 das 3 bolhas das 2 últimas décadas, a saber: as dot.com, o crédito desenfreado e o imobiliário, sendo que esta última está ligada à do crédito. No entanto, na minha opinião, o ex presidente da FED não pode ser directamente culpabilizado pela bolha das dot.com. Apenas se lhe pode apontar de não ter tentado travá-la.


Já faz algum tempo que sou um crítico em relação à actuação de Greenspan, sobretudo na sua actuação no pós 11 de Setembro (ver aqui um comentário meu no antigo ClubeInvest em 2004, por exemplo): resumidamente, o homem não deixou a economia funcionar em 2001,2002 e 2003 cortando agressivamente as taxas de juro para tentar segurar a economia. Pior ainda, deixou as taxas baixas durante demasiado tempo o que originou mais estas 2 bolhas que enfrentamos agora.


Ultimamente têm sido varios os economistas e analistas financeiros a criticarem o anterior máximo da FED. Os últimos foram William Fleckenstein e Fred Sheenan no seu último e polémico livro "Greenspan's Bubbles" (ver artigo de Jorge Nascimento Rodrigues no Expresso, aqui).


Mas, na minha opinião, há mais responsáveis. Wall Street também tem muitas culpas no cartório porque se "easy Alan" disponibilizou o dinheiro fácil, Wall Street é que prevaricou!

John Stumpf, CEO do banco Americano Wells Fargo (WFC) disse tudo o que havia a dizer acerca da grande maioria dos gestores de instituições financeiras de Wall Street: “It is interesting that the industry has invented new ways to lose money when the old ways seemed to work just fine”. Com um CEO assim tão iluminado, não admira pois que Warren Buffett tenha aí uma forte participação.

Conclusão, mais uma vez o contribuinte Americano irá pagar as asneiradas de Wall Street para evitar um caos financeiro global. Pelo menos parece ser essa a intenção da FED ao subsidiar a salvação do Bear Sterns (BSC) pelo JP Morgan Chase (JPM) e, quem sabe, talvez não se fique por aqui. Há já quem defenda que os bancos centrais terão que adquirir títulos de dívida imobiliária a fim de evitar que esse caos se materialize...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Crise Imobilária?



Nããã...

"Publication: Mortgage Banking
Publication Date: 01-JUN-05
Delivery: Immediate Online Access
Author:
Full Article:
THE GOOD NEWS: THERE IS NO NATIONAL housing price bubble. On that much leading housing economists agreed--but that is where the consensus ended.

The bad news: Experts at the Washington. D.C.-based National Association of Home Builders' (NAHB's) Spring Construction Forecast Conference in May in Washington, D.C., could not come together on ruling out the possibility of a sudden, dramatic fall in home prices in some pockets of the country.

While talk of an impending house price bubble has been overblown for the last several years while the housing market posted record sales and starts, new concern about the direction of home prices dominated talk among NAHB's panel of experts throughout this recent conference.

The inability to pinpoint where all of the current housing demand is coming from, coupled with reports from builders of residential real estate speculators, is "disquieting," said David Seiders. NAHB chief economist.

Seiders related reports from some of the nation's larger home builders, who, he said, are concerned about speculators scooping up large numbers of homes and the potential impact on the local real estate market should investors decide to unload those homes en masse.

One cannot automatically conclude that a price bubble is imminent or probable because of the presence of speculators in the real estate market. But it could suggest the sizable increase in home prices relative to incomes is based on a dramatic increase in investment activity, said Thomas Lawler, senior vice president of risk policy at Fannie Mae.

"You cannot say we're going to have a [housing price] bust. You cannot say that," said Lawler. "You could say the probability of a bust occurring in certain parts of the country has risen sharply." In fact, he said, traditional data does not allow for a definitive forecasting of a housing bubble until after the fact.

"It is absolutely true that conditions in the housing market in parts of the country, not most of the country, mirror past conditions that preceded busts," said Lawler. "But in almost all cases, those busts were associated with a regional economic downturn."

In addition to increased speculative behavior, Lawler noted concern about similar patterns within the last year that were also visible during the late 1980s, before the last real estate bust.

Lawler's concerns include unrealistically high consumer expectations for home price appreciation; creative, riskier financing to surmount home affordability concerns; and much higher adjustable-rate mortgage (ARM) share than interest rates and spreads would have suggested.

James Glassman, managing director and senior policy strategist with J.P. Morgan Chase & Co., New York, noted most housing markets in the country are not seeing the type of real-estate boom that buyers and sellers on the coasts are experiencing.

Glassman pointed out California as a real estate market "with issues," as well as Las Vegas and South Florida as markets with potential problems on the horizon.

Glassman disputed the notion of excessive home prices, citing a lack of evidence in income and real estate trends. Instead, he said, prices are catching up to a "reasonable benchmark of real rates of return" following a lag in home prices throughout the 1990s.

"Not everybody is seeing the same exact thing as you are in the really hot real-estate markets," he said. "Worry if you want to. I would take most worries with a grain of salt, and just get back to business."--C.W."