Actualmente, a teoria dominante nos mercados é que a FED está no comando das operações e, caso algo corra mal no mundo financeiro, a FED "resolve" tal como em 1998, 2002 ou 2008.
Infelizmente para os que crêem nessa teoria e tal como disse um dia Albert Einstein, a realidade é apenas uma ilusão, mas uma ilusão muito persistente. Como tal, a ilusão de que a FED já resolveu os problemas estruturais da economia continua e continuará a persistir até que algo ou alguém mude a actual percepção por parte da maioria dos investidores e especuladores sobre essa realidade macro-económica.
Vários indicadores - técnicos e fundamentais - me dizem que esse momento está para breve. Resta saber qual será o gatilho? China, Japão, Rússia, a própria FED ou outro...?
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sexta-feira, 13 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
A piada da semana
Como disse Albert Einstein, "A diferença entre a genialidade e a estupidez é que a genialidade tem limites".
Depois do fiasco da lei "Obamacare" e sobretudo do respectivo sitehealthcare.give-it-out healthcare.gov
(ver imagem em cima, capturada há pouco), o presidente dos EUA Barack Obama decidiu, em jeito de desespero, lançar mais uma "medida" a ver se a sua popularidade
para de se afundar. Apresento-vos a última "medida" de Obama: "Raise The Wage":
Porque não fazer o mesmo em Portugal perguntam? Assim seria fácil ao governo por a economia de novo a funcionar, certo? Errado porque, no médio e longo prazo, as forças de mercado não são manipuláveis: aumentar actualmente o salário mínimo teria automaticamente as seguintes consequências:
Votos de um bom fim-de-semana,
DS
Depois do fiasco da lei "Obamacare" e sobretudo do respectivo site
Porque não fazer o mesmo em Portugal perguntam? Assim seria fácil ao governo por a economia de novo a funcionar, certo? Errado porque, no médio e longo prazo, as forças de mercado não são manipuláveis: aumentar actualmente o salário mínimo teria automaticamente as seguintes consequências:
- Aumento do desemprego;
- Aumento do trabalho temporário e precaridade;
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Eric Antunes
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sexta-feira, 22 de março de 2013
Regresso à realidade?
Depois do rebentamento da bolha das dot.com e das bolhas gêmeas do crédito imobiliário e da construção, chegou agora a vez de rebentar a última bolha: a bolha do crédito público. Tudo indica que o actual ciclo Ilusão-Realidade está prestes a entrar na segunda fase: a realidade. Foi assim com as 2 bolhas anteriores: Tivemos a ilusão das dot.com e depois a realidade. O mesmo aconteceu com a ilusão do crédito imobiliário/construção. Como dizia Albert Einstein, "a realidade é meramente uma ilusão, embora muito persistente".
Exceptuando os casos da Irlanda e da Islandeses - que estavam relacionados com o crédito imobiliário e a construção - os resgates à Grécia e a Portugal foram os primeiros sinais que a bolha do crédito público já está a rebentar. O caso de Chipre está amplamente relacionado com o caso Grego visto que os bancos cipriotas não aguentaram as 2 falências, perdão, reestrurações gregas...
Mas mais ainda irão rebentar mais, resta saber quais? Ninguém sabe ao certo a resposta a essa pergunta mas é possível
O caso mais gritante é obviamente o do Japão que deve uns estimados (para 2012) mas estonteantes 237% do seu PIB. O Japão só conseguiu ir até esse nível porque a sua dívida pública tem sido financiada internamente pelos cidadãos e empresas japonesas. É tipo um micro-sistema de dívida e deflação. No entanto, com a população japonesa a envelhecer e as empresas japonesas a terem cada vez mais dificuldades em exportar, será cada vez mais difícil para o Japão manter esse rumo...
Mas o caso que me preocupa mais para já é o de Itália com um rácio de dívida estimado em 126% do PIB e de dívida externa estimado em 108% do PIB. Ambas as estimativas são referentes a 2012. A somar a isso tudo, o país está actualmente ingovernável pois as últimas eleições foram inconclusivas.
Ver também (em inglês):
Lista de países por dívida pública
Lista de países por dívida externa
Votos de um bom fim-de-semana,
DS
Exceptuando os casos da Irlanda e da Islandeses - que estavam relacionados com o crédito imobiliário e a construção - os resgates à Grécia e a Portugal foram os primeiros sinais que a bolha do crédito público já está a rebentar. O caso de Chipre está amplamente relacionado com o caso Grego visto que os bancos cipriotas não aguentaram as 2 falências, perdão, reestrurações gregas...
Mas mais ainda irão rebentar mais, resta saber quais? Ninguém sabe ao certo a resposta a essa pergunta mas é possível
O caso mais gritante é obviamente o do Japão que deve uns estimados (para 2012) mas estonteantes 237% do seu PIB. O Japão só conseguiu ir até esse nível porque a sua dívida pública tem sido financiada internamente pelos cidadãos e empresas japonesas. É tipo um micro-sistema de dívida e deflação. No entanto, com a população japonesa a envelhecer e as empresas japonesas a terem cada vez mais dificuldades em exportar, será cada vez mais difícil para o Japão manter esse rumo...
Mas o caso que me preocupa mais para já é o de Itália com um rácio de dívida estimado em 126% do PIB e de dívida externa estimado em 108% do PIB. Ambas as estimativas são referentes a 2012. A somar a isso tudo, o país está actualmente ingovernável pois as últimas eleições foram inconclusivas.
Ver também (em inglês):
Lista de países por dívida pública
Lista de países por dívida externa
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