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quarta-feira, 3 de julho de 2013

O inferno tuga continua

Depois dos recentes acontecimentos políticos, a taxa das obrigações do "tesouro" já dispara para os 8%, uma subida de mais de 50% desde meados do mês de Maio:


 
A falida ilíquida banca nacional tomba em média 10% mas o Banif - que pertence a outra categoria - tomba agora "apenas" 15% mas já esteve a mergulhar 43% na abertura. Perante estes previsíveis - pelo menos para mim - acontecimentos, estou curioso para ler os bitaites recomendações daqueles especialistas que recomendaram comprar as ditas obrigações nacionais porque a taxa de 5 ou 6% era muito apetecível...

DS
 
 
 
 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O que descontam os mercados?

Depois de analisar os gráficos dos activos cujos principais intervenientes estão melhor preparados para descontar as intervenções da Fed, ou seja, os futuros das obrigações do tesouro Americano a 10 anos e os "primary dealers" - os principais bancos que operam com a Fed - tais como o JP Morgan Chase e o Goldman Sachs, tudo indica que haverá mais palavreado a indiciar uma redução das compras de dívida por parte da FED.

A ver vamos mas de qualquer forma quanto mais tarde a Fed começar a reduzir os montantes das suas compras pior será a reacção dos mercados...

Atentamente,

DS

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Gráfico da semana

Dados os últimos desenvolvimentos nos mercados de dívida Japonesa e Americanos, achei interessante mostrar o que aconteceu em 1956-1957 (*) quando a taxa de juro das obrigações do tesouro Americano subiram mais de 40% (os valores no gráfico são médias mensais): o S&P 500 caiu 18% nos meses seguintes. Eis o gráfico:
 

 
(*) -  Considerei esse período pois é aquele para o qual tenho ambos os dados (Yield a 10 anos e S&P 500) o mais semelhante à atual situação.